.:RETRATOS:.
Retrato de quem? Retrato meu(!)(?) Retrato seu(?)(!)Retrato daquilo ou daquilo outro. Forma de olhar. Não formar um olhar. Retrato em forma de imagens ou palavras.
15 de ago. de 2013
Sempre há novidade na mais antiga paisagem
Sempre há novidade na mais antiga paisagem.
Aquela construção já é um prédio.
A casa azul clarinha, de muro baixo com pé de romã no jardim, subiu e agora é cinza.
Hibiscos de todas as cores enfeitam e se confundem com pés de manacás.
A cor do meu amor também mudou.
7 de ago. de 2013
25 de mai. de 2013
O CORAÇÃO PESA 300 GRAMAS
16 de mai. de 2013
EU ACREDITO NOS ENCONTROS
14 de dez. de 2012
Entre pasos, tropezos y una valija llena de ternura
Fueron ocho estaciones muy bien vividas.
Me fuí cuando todo era lindo. Mísmo con eso, fuí.
Entrando en la oscuridad, donde yo mísma tenía que prender la luz a cada paso. Pero, me se prenderan las velas también.
Sin español, sin conocidos, sin vivienda.
Qué es la vida que no gran ciclo, un gran pasaje?
4 de dez. de 2012
Tanto Amar
Fico contente
E enquanto estou ausente
Guarda um cravo para mim
Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente
Uma flor do teu jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Lá faz primavera, pá
Cá estou doente
Manda urgentemente
Algum cheirinho de alecrim
22 de jul. de 2012
22 de fev. de 2012
20 de jan. de 2012
Um grito, um ai...e um arrepio n'alma
16 de nov. de 2011
27 de out. de 2011
Os dois na minha paisagem

6 de out. de 2011
Manual de etiqueta no cinema ou "Boas maneiras para o bem coletivo no cinema:
Dica 2: Já não ficou claro que TODOS os celulares tem a função 'silencioso' e ela é para ser ativada durante a sessão de cinema, teatro etc? Pelo amor do pai! Atender telefone no meio do filme e dizer baixinho como se ninguém estivesse percebendo, não dá! "Não, posso falar sim. Diz!". Médicos e urgências são outro assunto. Mas acho que 1% de uma sala seja indispensável.
Dica 3: Conversar durante o filme. Péssimo! Um comentário aqui outro acolá não faz tão mal, mas de vez em NUNCA, né?! E quando em uma cena mais tensa, onde todos nós, no nosso âmago imaginamos que algo poderá acontecer nos próximos segundos (e isso diz respeito somente a nós mesmos e à nossa expectativa), externalizá-la com um “ixi”, “nó”, “iii” ou qualquer suspiro do tipo, é chato. Inconveniente!
Dica 4: Quase uma repetição da dica 1, mas vale-se pelo diferencial do barulho. Abrir pacotinho de bala, barrinha de cereal, chicletes, bombom. Pra quê? O bafo de fome naquele momento não vai incomodar mais que o tal barulho. Curar nervosismo de outros jeitos (ou fome) em outros momentos não é uma sugestão descabida. Não se morre por esperar algumas horinhas para se deliciar com alguma guloseima.
Dica 5: Beijar. Não foi não é e nunca será ruim. Mas se agarrar na sala do cinema freneticamente...humm...bola fora também, né? Demonstrações de carinhos são bem vindas e apreciáveis. Excessos são dispensáveis NESTE momento. Seja qual for o gênero do filme.
Essa partilha de opiniões é mais que um discurso de achismos. Ter bom senso é muito bem vindo e é muito ruim achar chato viver em coletivo, porque esse coletivo vive um individualismo sem tamanho. Atitudes como essa que já vi/ouvi (e tem mais casos aterrorizantes na lista) e imagino que muitos tenham passado algo parecido, me fazem ter desânimo de ir ao cinema, que é uma das coisas mais legais que existe.
23 de ago. de 2011
COM CHORO E VELA
Choro de falar de alguém querido.
Choro ao falar de algum querido em público.
Choro quando falam de mim na frente de muita gente.
Choro ao contar uma decisão. Quando é assim, faço com que não vejam.
Chorei no meio da multidão - ou porque tinha a certeza dramática que ia ser pisoteada ou porque me senti sozinha naquilo tudo ou porque queria estar sozinha.
Choro sempre ao ver programas de tv quando familias se reencontram (o fazem para isso mesmo, e eu caio).
E morte sempre dói e vira choro. (Alguns hão de negar essa afirmação).
Choro quando tenho vontade de sorrir e sorrio quando tenho vontade chorar.
E tanto riso, pode ser nervosismo e que acaba em choro.
E no meio do chororô, da tristeza, é possível que comece a gargalhar lembrando, já fazendo piada, da "desventura" da vida.
Choro com boas notícias.
Choro com meus impulsos, obviamente, involuntários, que me deixam desequilibrada e não me reconheço.
Seguro a onda do choro alheio.
Falo que choro quando na verdade não chorei...mas no fundo queria ter chorado.
Choro quando caio e machuco. De susto.
Aprendi por obrigação que não se pode chorar antes de dormir - acordamos com uma cara horrível.
Choro com as dores do mundo.
Choro em um filme bom.
Choro com as boas ideias anotadas em imagens.
Continuo me emocionando e enchendo os olhos de lágrimas com música verdadeira. E com torcida no estádio. Enfim, com uma massa em uníssono.
Choro o choro.
De qualquer modo, é bom deixar claro que não choro por qualquer coisa.
15 de jun. de 2011
“Minha irmã,
não perca de vista o seu ponto de partida. Conserve o que você tem; faça o que está fazendo e não o deixe. Em rápida corrida, confiante e alegre, avance com cuidado, com passo ligeiro e pés seguros, de modo que seus passos nem recolham a poeira. Não consinta com nada que queira afastá-la nesse propósito, ou que seja tropeço no caminho”.
(2ª Carta de Santa Clara de Assis a Santa Inês de Praga).
14 de mai. de 2011
Buenos Aires - Musical
Acolher a ternura
Chegando em “casa” hoje, Sebastián me pergunta como foi o dia. Eu respondo que foi bom, mas que ainda não encontrara casa para morar. E ele responde: “Tenés que decir que el día fue bueno, más estoy en casa. Nos tenemos. Animate, Maria."
14 de mar. de 2011
Tipo!
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem..."*
*Marcelo Jeneci/Chico Cesar