12 de mar de 2009

Pool

Permitir-se mergulhar. Até quando "o mar não está pra peixe". Eis que me vejo nessa situação. Permitir que (até) as coisas inesperadas aconteçam. E foi assim, ou por isso, que me deparei com esse desafio.

Permitir que a saudade invada.
Que a solidão torne-se oportunidade.
Que uma queda vire um passo.
Ou literalmente uma queda, porque não?!
É dificil, eu sei.

Por hora acreditava que não daria conta.Ainda questiono se dou mesmo...
Mas enfim, tampei o nariz e fui, desci...mergulhei.E confesso que tenho aprendido a nadar 'nisso' tudo. Mas permitir-se, é acima de tudo, não deixar de sermos essência. É lembrar que somos nós.Embora sirva como experiência, esse mergulho vem para transformar algo que nunca foi.

Então deixe vir "o" tudo que tem em você e vai.
Chega-se longe!

Um comentário:

Alê Quites disse...

"Mas permitir-se é acima de tudo, não deixar de sermos essência."

Gostei!
Ah! Como eu achei "Como las cosas de María"? Eu queria escrever um pequeno texto com a expressão 'cositas más' , e mexendo no google acabei caindo no seu fotolog. Depois, foi só vontade de comentar e o gosto comum por gatos.
Nada por acaso!
Beijos