A música é alimento d'alma.
Retrato de quem? Retrato meu(!)(?) Retrato seu(?)(!)Retrato daquilo ou daquilo outro. Forma de olhar. Não formar um olhar. Retrato em forma de imagens ou palavras.
11 de set. de 2010
3 de set. de 2010
Qual a diferença?
Um fato me invade constantemente: distiguir paciência de acomodação. Quando é de fato hora de parar e pensar, esperar a sua vez, e quando o entedimento antecipado paralisa e você simplesmente deixa "tudo" passar? Não sei. Não sei mesmo a diferença. Ser insistente ou persistente? Também não sei. Por receios - medos, deixo pra lá e conformo. Principalmente quando o verbo ir se conjuga no plural.
25 de jul. de 2010
19 de jul. de 2010
Dicas e mais uma lista
Lista - Se não fosse ela talvez tudo ficasse mais confuso. Na cabeça existem várias, nos blocos algumas hoje em dia. Aqui talvez eu construa novas. A de conselhos ao mundo (quanta pretensão). Proponho um começo, uma partilha, seja para quem por aqui passar ou não...em alguma esquina elas ecoarão também. Mas sem pretensões, mas com humor e leveza, para eu gravar e aprender...ei-la:
- Faça Yoga.
- Case - exercício de companheirismo e partilha. Talvez demodê para alguns em dias atuais ou descrença para outros (fases), não deve ser fácil, mas ninguém falou que fosse fácil.
- Envelhacer com dignidade - Aproveite a vida sem excessos. Nada de rabugentice, só serenidade para entender que o tempo passa e precisaremos uns dos outros, mas que antes disso, sejamos utéis para a gente e para o outro. Alongue-se!
- Se chorar não durma logo em seguida.
- Não carregue muito peso. Dói mesmo depois. Pra quê se pode dividir, ou por tempo ou com alguém?
- Em terra alheia se pisa devagar - Não se ache nativo onde de fato não é.
- Olhe o céu. Revigora. E agradeça sempre.
- Se estiver indo ao cinema sozinho e houver lugares disponiveis, evite sentar do lado de outro "companheiro" de cinema também sozinho. Uma ética. (*Mais sobre cinema em outro post).
- Faça back up dos seus documentos no computador. Pelo menos de 3 em 3 meses.
- Não sei se esse conselho vale o décimo lugar, mas aqui vai: não termine o namoro no final de semana. Não termine um namoro no final do ano. Ambos os casos são muito prejudiciais. Claro que tem vez que não tem como evitar. Términos são términos e algumas vezes inevitaveis. Mas pense melhor, divida os pontos.
Mais virão...
Dicas e mais uma lista
Se eu pudesse dar uma dica ao mundo a primeira seria: faça Yoga. Pelo menos uma vez na vida! Seja sedentário ou não, a prática tem o poder de mudar de alguma forma seu jeito de ver e entender coisinhas (ou coisonas) da vida.
10 de jul. de 2010
UM DIA FUI BRINCAR DE SER II
A vida é mesmo um estica-e-puxa. Para viver cada diazinho é preciso jogo de cintura. Ninguém te disse que seria fácil. Ninguém te deu manual de instruções, bula. Fomos arraigados de valores, discernimentos, parâmetros, para não cairmos "macio" nesse penhasco.
Cabe a nós, juntar esse adobe e usar ao longo das horas na nossa vida. Aprendemos diariamente o que é Ser.Vivemos, aprendemos (tem hora não), a dizer sim ou não, a ir ou recuar. E isso, meu amigo, parece que vai ser por todo o caminho.
Nessa altura, com tanta coisa ainda por vir (e que venham), já é possível olhar para o breve percursso percurrido e ver que Ser é realmente divino e difícil. E que o que foi, literalmente foi. Mas por essas coisas que já foram, dá para pegar um bocadinho para pensar. E que venham as músicas para trilhar, paisagens (des)toantes, sendo alento...companhia necessária. E água: para matar a sede na caminhada.
6 de jun. de 2010
Encontros
É assim: os encontros, atravessam nossa vida sem aviso prévio. Esteja você preparado ou não.
Nem mesmo as leis da física explicam os encontros. Nem.
E que eles venham!
Nem mesmo as leis da física explicam os encontros. Nem.
E que eles venham!
25 de mar. de 2010
Dentro e fora. Nada mais.
Ele em um encontro posterior disse à ela, em um quase neutro tom, não fosse ao olhar agudo: "Tem duas coisas que preciso te entregar" - ela sem entender, lhe responde "o quê?", quase com a mesma intimidade de anos atrás e o mesmo sorriso claro. "As chaves da casa e um livro de fotografia que nunca saiu da embalagem de presente e do armário".
Em um momento póstumo, ela coloca uma música para tentar lembrar de você.
24 de mar. de 2010
Tradução de uma vida em ritmo
Pôr do sol é sempre deslumbrante.
Quando acontece do lado de fora e de dentro.
Quando acontece do lado de fora e de dentro.
20 de jan. de 2010
Havana - Cuba - Dezembro 2009
"Respirar. Sentir o sabor do que comer.
Caminhar. Se chover, tomar chuva.
Não esperar nada acontecer.
Ser gentil com qualquer pessoa..."
Caminhar. Se chover, tomar chuva.
Não esperar nada acontecer.
Ser gentil com qualquer pessoa..."
25 de nov. de 2009
QUE VENHA!
Caríssimos amigos, finda-se mais um ano e cá estamos de novo de braços abertos para um novo ano. Chegamos ao final de uma década do novo milênio. Seria assustador pensar mais sobre isso, caso eu não tivesse encontrado pessoas tão preciosas, cruzado com seres humanos tão especiais, e com eles ter dado as melhores risadas da minha vida, ter amado com nunca, ter chorado lágrimas de dar dó ou felicidade incontida. Mas o mais sensacional disso tudo é que foi imensamente bom ter sentido todas essas coisas com vocês por perto ou até mesmo por vocês!
Foi um ano em que revisitei amizades, renovei laços, encontrei gente nova e conheci outros eus. Muita gente se foi e muitas outras chegaram. E é com muito amor que venho até este, "comemorar" com vocês esse ano - ora estranho, ora surpreendente, mas por fim marcante. Não encontrei melhor palavra para dar significado a essa partilha de momentos ímpares desse ano, que não fosse COMEMORAR. Me animei ainda mais quando 'cacei' o seu significado e encontrei: LEMBRAR JUNTO!
Sendo assim faço dessa data um momento de comemoração por tudo que foi e será. Enfim...não quero que isso tudo seja piegas...mas de fato queria dividir esses sentimentos com vocês. Por vezes e muitos motivos, fiquei longe esse ano, e com isso, reanimou-se em mim um sentimento muitas vezes raro, a saudade, e com ela a lembrança que de fato sou iluminada por ter conquistado pessoas tão valiosas e por elas fazerem parte de mim. Que venha 2010... que ecoe o desejo de sermos mais leves, doces e fortes. Que as novidades sejam boas!
Um brinde aos meus.
Maria Foi um ano em que revisitei amizades, renovei laços, encontrei gente nova e conheci outros eus. Muita gente se foi e muitas outras chegaram. E é com muito amor que venho até este, "comemorar" com vocês esse ano - ora estranho, ora surpreendente, mas por fim marcante. Não encontrei melhor palavra para dar significado a essa partilha de momentos ímpares desse ano, que não fosse COMEMORAR. Me animei ainda mais quando 'cacei' o seu significado e encontrei: LEMBRAR JUNTO!
Sendo assim faço dessa data um momento de comemoração por tudo que foi e será. Enfim...não quero que isso tudo seja piegas...mas de fato queria dividir esses sentimentos com vocês. Por vezes e muitos motivos, fiquei longe esse ano, e com isso, reanimou-se em mim um sentimento muitas vezes raro, a saudade, e com ela a lembrança que de fato sou iluminada por ter conquistado pessoas tão valiosas e por elas fazerem parte de mim. Que venha 2010... que ecoe o desejo de sermos mais leves, doces e fortes. Que as novidades sejam boas!
Um brinde aos meus.
11 de out. de 2009
A Prender
Difícil a tarefa de separar o joio do trigo quando o assunto é aprendizagem. Geralmente aprendemos as lições da vida de modo subjetivo sem tanta matemática como nos enunciados dos longínquos anos primários, colegial etc. Eis que dessa lição subjetiva que venho falar.
Achei no meu baú (já eletrônico) de cartas, escritos, uma que me chamou a atenção e me tirou por um instante o folêgo. Uma carta que não foi. Escritos cheios de sentimentos, um desabafo claro e sincero. Ficou aqui. Fiquei me questionando sobre a tamanha 'burrice', a contradição que tinha me acometido. Ora, logo eu que sempre gostei das coisas claras e tenho pavor de relações mal resolvidas.
Achei na época que falar seria o melhor. Me enganei. Vejo AGORA que algumas vezes isso pode ser pior. Desgasta, cansa, sofre(m). Ou seja, a lição veio depois de tanto tempo: o silêncio as vezes é o melhor. Ele é ouvido sim.
*Sem regras. Falar continua sendo bom. Falar em demasia que é prejudicial a saúde. Ass. A falastrona que tenta se lembrar disso todos os dias.
Que assim seja das próximas vezes. Que o coração e o silêncio (claro) dele seja mais vibrante que a voz.
Achei no meu baú (já eletrônico) de cartas, escritos, uma que me chamou a atenção e me tirou por um instante o folêgo. Uma carta que não foi. Escritos cheios de sentimentos, um desabafo claro e sincero. Ficou aqui. Fiquei me questionando sobre a tamanha 'burrice', a contradição que tinha me acometido. Ora, logo eu que sempre gostei das coisas claras e tenho pavor de relações mal resolvidas.
Achei na época que falar seria o melhor. Me enganei. Vejo AGORA que algumas vezes isso pode ser pior. Desgasta, cansa, sofre(m). Ou seja, a lição veio depois de tanto tempo: o silêncio as vezes é o melhor. Ele é ouvido sim.
*Sem regras. Falar continua sendo bom. Falar em demasia que é prejudicial a saúde. Ass. A falastrona que tenta se lembrar disso todos os dias.
Que assim seja das próximas vezes. Que o coração e o silêncio (claro) dele seja mais vibrante que a voz.
2 de out. de 2009
Sobre desconstruir
A importância de desconstruir. Sim, sempre falamos da construção das coisas. Continua sendo um passo lúcido para 'concretizar' algo (aqui pareço reduntante, mas hei de me explicar melhor).
Muitas vezes questiona-se o processo de construção: uns dizem que precisa-se de mais tempo para formalizar (certos) acontecimentos. Pense sobre formalização contínua. Ou seja, constroi-se algo, fazendo. A verdade é: colocar a mão na massa - e o tempo é de cada um. Valorizei esse conselho, que me foi dado por alguém que me quer bem e tem todo zelo por mim (entenda-se pai).
Mas tão importante quanto a construção, é a descontrução. Mais especificamente a (des)construção de um sentimento pungente. Muitas vezes para se viver intensamente, a pressa nos atinge de tal modo, que parece que será a última oportunidade de sermos felizes. É preciso entender que a felicidade nos acomete continuamente! E dar olhos à ela é uma tarefa minuciosa.
...Voltando ao assunto do título, o sentimento precisa do seu momento de desfazer-se. Laços precisam ser desfeitos. A vida se encarrega de preservar e criar outros. Um em cima do outro pode causar nós, desgasta. Para entramos inteiro (se é que isso é possivel) é preciso desfazer-se delicadamente do sentimento. Isso não quer dizer apagar histórias, momentos vividos, tampouco esquecer. É um passo que independe do tempo - mas nesse caso tende a demorar mais um pouquinho, mas chega.
Assim...para não entulhar.
Muitas vezes questiona-se o processo de construção: uns dizem que precisa-se de mais tempo para formalizar (certos) acontecimentos. Pense sobre formalização contínua. Ou seja, constroi-se algo, fazendo. A verdade é: colocar a mão na massa - e o tempo é de cada um. Valorizei esse conselho, que me foi dado por alguém que me quer bem e tem todo zelo por mim (entenda-se pai).
Mas tão importante quanto a construção, é a descontrução. Mais especificamente a (des)construção de um sentimento pungente. Muitas vezes para se viver intensamente, a pressa nos atinge de tal modo, que parece que será a última oportunidade de sermos felizes. É preciso entender que a felicidade nos acomete continuamente! E dar olhos à ela é uma tarefa minuciosa.
...Voltando ao assunto do título, o sentimento precisa do seu momento de desfazer-se. Laços precisam ser desfeitos. A vida se encarrega de preservar e criar outros. Um em cima do outro pode causar nós, desgasta. Para entramos inteiro (se é que isso é possivel) é preciso desfazer-se delicadamente do sentimento. Isso não quer dizer apagar histórias, momentos vividos, tampouco esquecer. É um passo que independe do tempo - mas nesse caso tende a demorar mais um pouquinho, mas chega.
Assim...para não entulhar.
5 de set. de 2009
Tá confirmado: meu dia nunca acontece do jeito que planejo.
Não que dê errado. não não...mas (quase) sempre os caminhos mudam, os sonos também e as conversas...
A minha personalidade metódica confronta com tantos acasos.
Mas todos já estamos nos acostumando...afinal pra que aprizionar a natureza das coisas?!
Não que dê errado. não não...mas (quase) sempre os caminhos mudam, os sonos também e as conversas...
A minha personalidade metódica confronta com tantos acasos.
Mas todos já estamos nos acostumando...afinal pra que aprizionar a natureza das coisas?!
11 de ago. de 2009
ando meio Super 8
Não sei ainda o que isso quer dizer. Mas a sensação é essa: ando meio Super 8. Granulada. Meio 'embaçada'. Ajustando o foco. Ao mesmo tempo um flash-back de momentos. Mas daqueles marcantes, que só as Super 8mm registram (ou parecem registrar). Sem romantismos.
Mas quando vemos imagens feitas por ela, logo nos remetem à uma memória afetiva, ainda que sejam de outrem. Memória de outro, mas que apanhamos como nossa como se estivessemos lá.
Taí o sentimento. Ou não.
"Hoje andando pelas ruas, com coisas bem tristes e angustiantes passando pela cabeça, mas o sorriso era mais forte que qualquer incomodo que gera dor. Nada naquele momento interferiria na felicidade espontânea que se mostrava em passos leves, olhar atento e brilhante e a coragem de ir"
E mais uma vez vejo várias vidas passando por mim e me sinto ínfima perto de tamanha pungência de vidas e histórias.
______________________________________________________________________
=Super-8 é um filme reversível, ou seja, filmado e revelado como imagem positiva num mesmo material (ao contrário do padrão negativo/positivo da maioria dos sistemas de fotografia e cinema).
Mas quando vemos imagens feitas por ela, logo nos remetem à uma memória afetiva, ainda que sejam de outrem. Memória de outro, mas que apanhamos como nossa como se estivessemos lá.
Taí o sentimento. Ou não.
"Hoje andando pelas ruas, com coisas bem tristes e angustiantes passando pela cabeça, mas o sorriso era mais forte que qualquer incomodo que gera dor. Nada naquele momento interferiria na felicidade espontânea que se mostrava em passos leves, olhar atento e brilhante e a coragem de ir"
E mais uma vez vejo várias vidas passando por mim e me sinto ínfima perto de tamanha pungência de vidas e histórias.
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=Super-8 é um filme reversível, ou seja, filmado e revelado como imagem positiva num mesmo material (ao contrário do padrão negativo/positivo da maioria dos sistemas de fotografia e cinema).
9 de jul. de 2009
Alma lavada (de novo!)
Alta dose de alma lavada. Alma essa que muitas vezes esquece o valor do tempo. Das coisas. Que só o tempo mostra a sabedoria das minucias da vida. Basta a gente querer entender isso ou não. Basta a leveza de cada um e a disposição de enxergar o que fica ali, latejando como um músculo do peito "jogado" na sua frente, fresco e pulsante. E para continuar a viver/bater, é preciso tempo.
6 de jul. de 2009
É disso que também sou feita
“Para onde vai o meu amor quando o amor acaba?". Com essa frase do Chico, começava um texto que li esses dias. A reportagem tratava de literatura, em que a discussão era acerca do encontro entre dois ex namorados artistas que se encontraram há num evento literário. Cada um com seu trabalho novo que tinha como base o término deles. Ok. O fim está pra todo mundo. A razão de cada um, também é comum a todo ser mortal, ainda que seja relativo.
Já até falei aqui sobre esses fins e esse amor que fica. Não serei repetitiva sobre meu entendimento do amor, que não acaba, e sim, anda, molda-se, vive, perdura. Mas será mesmo que isso é pra todo mundo, ou eu sou essa estranha (que confirmo isso a cada manhã quando penso e me olho no espelho?). Estou aqui num conflito que me emperra e me paralisa diante de um antigo amor que já foi cheio de paixão e agora é só amor. Mas é amor pra mim. Seria para o outro? E quando não é para outro, deve ser divulgado para o mesmo?
Acredito que amor e esses sentimentos nossos de cada dia se mostra de outras formas que não a verbal. Mesmo acreditando nisso, ele agora não sobressalta as linhas do tempo e nem ao coração aflito. Queria agora, arranca-lo do peito, passar borracha na lembrança e seguir como página em branco. No entanto, eu, não levanto bandeira para os esquecimentos. Me apavora pensar que os outros esqueçam e que consigam seguir como se nada nunca tivesse os arrebatado e deixado uma história que foi vivida e sabida. Mas agora, tudo me apavora: a impossibilidade de um novo amor, a vida sem o outro amor, o rompimento dos laços a desesperança da vida a dois.
Imagino que daqui algum tempo, lerei isso e acharei graça “ó ingênua Maria, como pensara isso, olha nós aqui de novo amando e sendo amada e aprendendo tudo que já foi experienciado e deliciado!”.
Mas agora, isso sou eu! Um medo e uma quietude.
Já até falei aqui sobre esses fins e esse amor que fica. Não serei repetitiva sobre meu entendimento do amor, que não acaba, e sim, anda, molda-se, vive, perdura. Mas será mesmo que isso é pra todo mundo, ou eu sou essa estranha (que confirmo isso a cada manhã quando penso e me olho no espelho?). Estou aqui num conflito que me emperra e me paralisa diante de um antigo amor que já foi cheio de paixão e agora é só amor. Mas é amor pra mim. Seria para o outro? E quando não é para outro, deve ser divulgado para o mesmo?
Acredito que amor e esses sentimentos nossos de cada dia se mostra de outras formas que não a verbal. Mesmo acreditando nisso, ele agora não sobressalta as linhas do tempo e nem ao coração aflito. Queria agora, arranca-lo do peito, passar borracha na lembrança e seguir como página em branco. No entanto, eu, não levanto bandeira para os esquecimentos. Me apavora pensar que os outros esqueçam e que consigam seguir como se nada nunca tivesse os arrebatado e deixado uma história que foi vivida e sabida. Mas agora, tudo me apavora: a impossibilidade de um novo amor, a vida sem o outro amor, o rompimento dos laços a desesperança da vida a dois.
Imagino que daqui algum tempo, lerei isso e acharei graça “ó ingênua Maria, como pensara isso, olha nós aqui de novo amando e sendo amada e aprendendo tudo que já foi experienciado e deliciado!”.
Mas agora, isso sou eu! Um medo e uma quietude.
23 de jun. de 2009
Viver requer colocar a mão na massa
Para viver, tem que colocar a mão na massa. Isso é, se relacionar, viver o osso das coisas (se é que você me entende). Se relacionar não é fácil. Ninguém disse que era.
E em nome dessa tal 'facilidade', as pessoas não sentam e resolvem as coisas, não discutem os seus entraves e suas felicidades - Ora, alguém aí, se pergunta: felicidade se discute? Não necessariamente se discute, mas pode ser enunciada. Acredito que conseguimos fazer isso muito mais por gestos, olhares, sorrisos, ombros manhosos...
Mas enfim, o fato é a facilidade das coisas. Dispenso. Queima-se fosfato mesmo, é ruim, desgastante discutir, resolver o que nos incomoda. E por essa razão, muitas vezes, deixamos pra lá, para uma outra vez ou pra vez nenhuma. Não Não. Pingos nos 'is'. Colocar a mão na massa está aí. Sermos persitentes (Tarefa difícil saber saber a difenreça com Insistência...).
Crer que a troca não se deixa passar. Que relacionar-se é bom...trás alívios e delícias, mas também trás dor de cabeça. E quem nem por isso, vamos 'descartar'.
Envolva-se!
E em nome dessa tal 'facilidade', as pessoas não sentam e resolvem as coisas, não discutem os seus entraves e suas felicidades - Ora, alguém aí, se pergunta: felicidade se discute? Não necessariamente se discute, mas pode ser enunciada. Acredito que conseguimos fazer isso muito mais por gestos, olhares, sorrisos, ombros manhosos...
Mas enfim, o fato é a facilidade das coisas. Dispenso. Queima-se fosfato mesmo, é ruim, desgastante discutir, resolver o que nos incomoda. E por essa razão, muitas vezes, deixamos pra lá, para uma outra vez ou pra vez nenhuma. Não Não. Pingos nos 'is'. Colocar a mão na massa está aí. Sermos persitentes (Tarefa difícil saber saber a difenreça com Insistência...).
Crer que a troca não se deixa passar. Que relacionar-se é bom...trás alívios e delícias, mas também trás dor de cabeça. E quem nem por isso, vamos 'descartar'.
Envolva-se!
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